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Equipe Bruno Covas 45 • 23 de novembro de 2020

Conheça de verdade Ricardo Nunes, o vice de Bruno Covas

Vereador enfrentou grandes bancos e recuperou mais de R$ 1 bilhão devidos a São Paulo.


Um autêntico fiscal das contas públicas. Esse é Ricardo Nunes – vereador do MDB eleito para a Câmara Municipal em 2012 e reeleito em 2016 –, escolhido por Bruno Covas para ser o vice-prefeito nos próximos quatro anos. Nunes destacou-se como presidente da CPI da Sonegação Tributária quando, com atuação firme, recuperou para a capital R$ 1,2 bilhão de impostos não pagos por instituições financeiras poderosas.

 

Em seus mandatos, notabilizou-se por contribuir com a administração das finanças da cidade. Por seis anos, foi ele o relator do Orçamento Municipal e da Lei de Diretrizes Orçamentárias, que estima as despesas, fixa as receitas e estabelece as metas fiscais da administração para o ano seguinte. A boa gestão fiscal do município fez com que a cidade chegasse ao nível mais baixo de endividamento nos últimos vinte anos, o que viabilizou a contratação de novos financiamentos, como o de R$ 1 bilhão para a saúde obtido junto ao Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), fundamental para o enfrentamento da pandemia neste ano.

 

Essa vigilância com o dinheiro público é natural para o vereador, que trouxe para a política a experiência acumulada como empresário. Seu empreendimento de desinfecção de navios nos portos, que impede a perda de grandes remessas de grãos por contaminação, gerou centenas de empregos e tornou-se um dos maiores do setor no País. Nunes fundou a Associação das Empresas Controladoras de Pragas do Estado de São Paulo (Adesp), a Associação Brasileira das Empresas de Tratamento Fitossanitário (Abrafit) e foi diretor da Associação Empresarial da Região Sul de São Paulo (AESUL).

 

O vereador reside, aliás, na Zona Sul, com a qual conserva relação especial, ao mesmo tempo em que representa e defende a população de toda a cidade. Para a Santa Casa de Misericórdia de Santo Amaro, por exemplo, pediu este ano, junto aos parlamentares de seu partido, a destinação de R$ 600 mil do Ministério da Saúde.

 

Nunes, que concluiu seus estudos secundários numa escola pública da Capela do Socorro, é católico e sempre atuou como voluntário em projetos de assistência social e educação, outro tema ao qual tem dedicado seus esforços. Casado com Regina e pai de três filhos (Mayara, Ricardinho e Isabela), tem na atenção às famílias uma de suas bandeiras.

 

Bruno Covas entende que a integridade pessoal do vereador, seu conhecimento da realidade empresarial e sua competência comprovada na fiscalização das finanças e na gestão orçamentária do município são atributos importantes para ajudar o prefeito a conduzir a cidade nos próximos quatro anos. Ricardo Nunes é o melhor nome que São Paulo poderia ter hoje para o cargo de vice-prefeito, num momento de grandes desafios econômicos e de esperança de reconstrução.


As principais conquistas de Ricardo Nunes


  • Em 2013 apresentou denúncia de mau uso do dinheiro público – imóvel estava fechado na Cidade Dutra por 2 anos e 3 meses – Aluguel de R$ 13 mil reais, totalizando R$ 406 mil.
  • Em 2016 participou e foi o relator da CPI do Theatro Municipal, em que desvendou o desvio de mais de R$ 15 milhões de reais e representou os responsáveis ao Ministério Público.
  • Em 2017 apresentou requerimento para fiscalização e discussão dos contratos de locação na Secretaria da Saúde.
  • Em 2017 apresentou representação ao Ministério Público sobre contrato da Secretaria de Educação com entidade que estava recebendo aluguel de prédio sem que estivesse com obra concluída. Os valores pagos indevidamente foram devolvidos à Prefeitura.
  • Em 2017 recuperou mais de R$ 1,5 bilhão por meio da CPI da Dívida Ativa.
  • Em 2018 apresentou representação ao Ministério Público denunciando a Secretaria de Saúde por pagar aluguel de prédios fechados (um deles ficou dois anos fechado) e superfaturados e uso do recurso público em melhorias de imóvel privado. O MP instaurou inquérito penal e civil.
  • Em 2019 presidiu a CPI da Sonegação Tributária, que recuperou mais de 1,2 bilhão para os cofres públicos e pediu o indiciamento de dezenas de diretores de bancos por fraude tributária.
  • Em 2019 representou 98 diretores da Banco Itaú e 13 do Safra por falsidade ideológica, fraude tributária, obstrução de investigação e organização criminosa.
  • É autor da Lei 16.826/2018 que obriga que todos os imóveis alugados pela Prefeitura tenham publicidade do valor à população.
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